Ao Nang e Koh Samui – o paraíso e a beleza

Ao Nang

Praia de Phra Nang , Krabi
Praia de Phra Nang , Krabi

Vir para a Tailândia e não ver as praias é uma atitude que ninguém em sã consciência pode ter. A terra dos sorrisos não é apenas as praias, mas elas fazem parte e como fazem. Já fizemos o impossível que for não ir para Phuket. Phuket é o destino número um de todos os turistas, dizem que é lindo o lugar e então é caro, lotado, cheio de turistas e tudo é mais difícil. Decidimos pular e ir para Krabi que também é praia sem muita badalação. Decidimos ir para Krabi, sul da Tailândia, perto de Phuket, no mesmo Mar Adaman (maravilhoso de turquesa) que tem várias ilhas paradisíacas.
A viagem de Bangkok até Krabi foi feita de ônibus, ônibus do governo que é a melhor opção. Viajamos por 12 horas. Saímos de Bangkok 19:30 às e chegamos às 7:30 em Krabi. Os ônibus do governo são seguros, mais baratos, confiáveis, tem rodo moça, tem lanche, parada no posto com direito a jantar e café antes de desembarcar. Os ônibus são confortáveis, bancos mais largos e tem cobertor e ar condicionado. Dois andares e esse é o VIP. O abaixo desse apenas tem bancos menores e o resto todo é igual. As estradas são excelentes. Sempre duas pistas, mão inglesa, sem buracos e bem sinalizadas.

Chegamos a Krabi e pegamos um “songthaew” (songteo) para Ao Nang. Esses transportes são muito comuns na Tailândia. São caminhonetes com a traseira adaptada para 10 assentos, cinco de cada lado e que você paga o trecho que usar. Menos nós turistas que sempre somos cobrados a mais.

Ao Nang foi só alegrias: praia, sol, comida de rua muito barata e boa, mais praias, muita beleza. Ficamos cinco dias por lá só aproveitando. Começamos a gostar mais ainda da Tailândia, do povo simpático e alegre, da limpeza, dos lugares bons para andar, com calçadas e trânsito sem buzinas. Cidade bem turística de praia, cheia de lojinhas, entupida de nórdicos sempre com crianças. É um destino família dos europeus. Só se ouve sueco por todos os lados e as placas das lojas sempre estão escritas em alemão, sueco e inglês.

Phra Nang Beach. Perto de Ao Nang mas não tem estrada. Só de longtail
Phra Nang Beach. Perto de Ao Nang mas não tem estrada. Só de longtail
Voltando para Ao Nang de Phra Nang
Voltando para Ao Nang de Phra Nang

Depois do evento hospital, correria e preocupação decidimos curtir um dia na boa na nossa praia mesmo, sem sair de barco para relaxar. Quando você não sai de barco economiza e pode ir fazer massagem tailandesa.

Último dia em Ao Nang, compramos o passeio para ir conhecer as quatro ilhas que rodeiam o lugar. Passeio de dia todo com almoço incluído. Pura mordomia. E dá-lhe mais sol e mais praia. E cada praia.

A caminho das ilhas
A caminho das ilhas
Chicken Island. Nem precisa explicar, né?
Chicken Island. Nem precisa explicar, né?
Tup Island que quando a maré baixa é possível caminhar até a outra ilha vizinha
Tup Island que quando a maré baixa é possível caminhar até a outra ilha vizinha
Poda Island
Poda Island
Poda Island
Poda Island

Koh Samui

Koh Samui – Chawen Beach – vendedor de comida típico
Koh Samui – Chawen Beach – vendedor de comida típico

De Krabi, decidimos ir para outra ilha, a maior ilha da Tailândia depois de Phuket e que fica no Golfo da Tailândia. Compramos a passagem e dia combinado, van com ar condicionado nos levou da praia até o centro de Krabi onde pegamos um ônibus até o píer em Don Sak. Aí barco rápido até Koh Samui, songthaew até o centro de Lamai (que é uma das praias da ilha) a aí procurar hotel. Saímos às 6 da manhã e chegamos às 11 da manhã. Descobrimos rapidinho que Koh Samui é uma ilha cara. Os preços do táxi e dos songthaews são extorsivos. Pelo menos achamos um hotel barato, um bangalô primitivo sem TVe com wi-fi. A cidade é coalhada de europeus, nórdicos aos montes (todos cor de rosa choque devido ao sol). Os hotéis resort são lindos, cheios de mordomias: cadeiras na praia, massagens na praia, bares, tudo de bom.

Em Ao Nang descobrimos que a comida de rua era barata e confiável e em Lamai descobrimos que as opções eram muitas. Nos divertimos toda a noite comendo na feirinha da rua que era ao lado dos bares de pole dance onde as meninas dançavam para todos que passavam, às vezes sem calcinha.

Mais ao norte fica Chaweng uma praia que é muito mais badalada, tem vários resorts magníficos, lojinhas e restaurantes maravilhosos e mar muito mais calmo porque tem uma barreira de arrecifes que transforma o mar em piscina. Por tudo isso é bem mais cara por isso ficamos em Lamai. Mas fomos conhecer e passear. Songthaew para cá e para lá e passamos outro dia na praia.

E antes de rumar para Bangkok novamente, fomos conhecer as pedras mais famosas de Lamai: o Avô e a Avó. Tem uma lenda que eles morreram no mar e os corpos ficaram gravados na pedra para provar seu grande amor. Tudo é lenda eu creio que é apenas imaginação e criatividade.

E dai compramos no próprio hotel a passagem para Bangkok. Essa viagem foi a mais longa e complicada até agora. Passou um táxi e pegou a gente no hotel e levou até o píer. No píer pegamos uma van até o barco. Ferry até Don Sak (uma hora) e um ônibus até Surathani (uma hora e meia). Ninguém sabia bem para onde estava indo. O ônibus ia para a ferroviária a rodoviária e o aeroporto e ninguém sabia se estava no ônibus certo ou não. Fomos deixados num barzinho no meio do nada. Depois de mais de uma hora passou um songthaew e nos levou até outro barzinho também no meio do nada e já escurecia. Saímos do hotel uma da tarde. Depois de mais uma hora apareceu o ônibus que iria até Bangkok. Ficamos todos nós (dois russos, dois canadenses, uma irlandesa e nós) aliviados ao ver o ônibus. Finalmente acreditamos que chegaríamos a Bangkok. Pelo menos era um ônibus bom com AC e cobertor. Quatro horas da manhã fomos despejados ao lado de Khao San Road ( a rua dos turistas). Graças a Deus existe McDonald’s 24 horas. Sentamos lá e esperamos clarear tomando um café com leite. Voltamos a Bangkok. Táxi com taxímetro e chegamos ao hotel que escolhemos antes de sair de Bangkok e ir para as praias.

Perrengue: Cheguei a Ao Nang com a dengue que peguei na Índia, sofri em Bangkok e piorei na praia. Tive todos os sintomas da dengue inclusive erupção cutânea, suores noturnos e dores de estômago terríveis. Foi aí que começamos a suspeitar da hemorrágica. Ligamos para o Seguro Viagem Personnalité que não nos atendeu. Fomos ao hospital por nossa conta, pagamos a conta, fiz os testes e deu negativo para dengue hemorrágica. Mas tudo tem seu lado bom. A gerente do hotel foi de uma ajuda inestimável. Jamais esquecerei o que ela, gracinha de pessoa com nome estranho: Poom fez por nós.

Eu a a Poom nosso anjo da guarda
Eu a a Poom nosso anjo da guarda
Prova do crime. Agora tenho ficha em hospital tailandês
Prova do crime. Agora tenho ficha em hospital tailandês

4 comentários sobre “Ao Nang e Koh Samui – o paraíso e a beleza

  1. Pingback: Informações úteis | Two backpackers

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  3. Xico

    Oi Vânia e Carlos, estou viajando com vocês e estou curtindo tudo. Me divertindo com o post das praias da Tailândia fiquei com duas dúvidas e não me contive em perguntar, número um: por que você agarrou o maior dentro daquela caverna? Número dois: cadê as fotos da pole dance no pelo?
    Bjs
    Namastê

    1. vcteixeira

      Sabaidee (oi) Xico, que alegria saber que você está curtindo nossa viagem.
      Dúvidas:
      1 – Você acha que eu ia perder a chance de ficar com o maior. E mais bonitão? ê
      2 – Nos inferninhos é proibido tirar fotos. Não queríamos correr o risco de perder a câmera para os leões de chácara.
      Grandes abcs para você e os amigos

      Namastê

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