Lake Tahoe – uma volta ao passado

Carlos contemplando a paisagem
Carlos contemplando a paisagem

Desde o início dos planejamentos Lake Tahoe era destino definitivo. Carlos aprendeu a esquiar nesse lugar, voltou lá mais algumas vezes e queria rever. Como eu disse antes, essa foi uma viagem de recordações e visitas para o Carlos.
Saímos de Yosemite para Lake Tahoe seguindo as instruções da Gaby (nosso GPS). Por conta dela passamos por zonas rurais e cidades graciosas. Lembro-me do almoço no McDonalds de Angels Creek. Foi um percurso bonito e bem menor do que os outros. E também vimos alguns esquilos mortos por atropelamento. Creio que ficamos na estrada umas cinco horas. Saímos cedo e chegamos no meio da tarde. Procuramos um hotel e notamos que no outuno fica tudo fechado. No inverno deve ser um agito só, mas no outono era uma cidade quase abandonada.
Lake Tahoe é um lago de água fresca na Serra Nevada, na divisa entre a Califórnia e Nevada. Aliás, você consegue por um pé em cada estado, o que é a farra de todo turista, consegue ir aos casinos de Nevada e ver a natureza exuberante da Califórnia

Ele também é o maior lago alpino e o segundo mais profundo da América do Norte. É possível vê-lo do espaço mesmo sendo apenas o sexto maior nos EUA. É enorme. São 35 km de norte a sul e 20 km de leste a oeste. É uma atração turística bem maior na época do inverno com sua paisagem de montanha e lago que devem ficar lindos cobertos de neve, seus centros de ski para o dia e casinos para a noite. Ficamos em Stateline que é o Lake Tahoe Sul. Era possível ir andando até a Heavenly Village de onde sai a gondola (teleférico) e onde tem lojinhas charmosas típicas de lugares de inverno e montanha como fábricas de chocolate, de sorvete, cafés, aluguel de equipamento para ski, lojas esportivas. Tudo com aquele charme suíço.

Ficamos três noites e aproveitamos bem dois dias vendo as paisagens e fazendo trilhas. Vamos dizer que estávamos cada vez mais cansados e a noite não conseguimos nem ir aos casinos. Era chegar, esquentar a comida congelada no micro-ondas, escrever para a família e partir para a caminha.
Quando chegamos fomos até as Informações Turísticas para pegar dicas, mapas, etc. Muito bem recebidos como sempre. Passamos no supermercado. Depois de conhecer o hotel dá para saber que tipo de alimentação podemos comprar. Isso tudo feito fomos dormir. Dia seguinte dar a volta no lago pela “A mais bela estrada na América” pelo lado da Califórnia.


E aquelas placas maravilhosas que você só vê em outros países.


E ai chegamos num dos pontos mais fotografados do mundo: Emerald Bay – Baia Esmeralda.


E mais belezas nos encantando.

E então fomos ver a sede das Olimpíadas de Inverno de 1960: Squaw Valley. Além das pistas de ski, o lugar tem teleférico, bungee jumping, Museu Olimpíco, restaurantes e lojas. Como a neve ainda não tinha chegado estava tudo meio vazio. Bonito mas sombrio.

Dia seguinte outra volta pelo lago e um passeio pela praia do lago na cidade onde ficamos hospedados. Como ficamos em um hotel não vimos ninguém e não falamos com ninguém além do pessoal do turismo. Foi um lugar de contemplação.

O Lake Tahoe é um encanto. Para mim foi tudo novo e ver natureza sempre é algo para se apreciar. Já Carlos se decepcionou. Não com a beleza do lugar, mas com as mudanças. A toda hora dizia: Não era assim. Como eu digo sempre: passado é passado. Voltar às vezes decepciona.

Dia seguinte logo cedo partir para San Jose, ou melhor, Morgan Hill para ir visitar a família.

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